Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Relatório Cruz Vermelha - 2ª Guerra

Amigos e amigas
Disse um pensador: "Quando uma guerra é declarada, a primeira vítima é a verdade."

Nada mais verdadeiro! Homens e mulheres dignos e verdadeiros JAMAIS se matariam! De alguma maneira, chegariam a um acordo na base do diálogo consciente. Por isso, somos RACIONAIS! E guerra não passa de IRRACIONALIDADE!

Muito se fala sobre o "holocausto judeu" na 2ª Guerra Mundial. E muitos se perguntam até onde se pode acreditar. É uma dúvida muito justa, visto que "a história é escrita pelos vencedores" e estes NUNCA reconhecerão suas mazelas, suas culpas, suas atrocidades. Por isso, se faz necessário encontrar uma opinião 100% IDÔNEA! Mas será que ela existe? Eu penso que sim: A CRUZ VERMELHA.

Recentemente, encontrei um artigo que relata tópicos de um relatório feito pela Cruz Vermelha Internacional sobre os Campos de Concentração da Alemanha de Hitler. É de chacoalhar até cérebros de ameba! Ele desdiz muitas coisas que são reconhecidas como 'FATOS NOTÓRIOS'.

Não ocuparei espaço comentando ou opinando. Convido-os a lerem o longo, porém resumido artigo. Tenho certeza de que vocês passarão a ver a 2ª Guerra com outros olhos.
Boa leitura!
FAB29

Relatório da Cruz Vermelha

“Não apenas as lavanderias, mas também as salas de banho, ducha e banheiros foram examinados pelos delegados.”
"Existe uma abordagem geral sobre a questão judaica na Europa durante a Segunda Guerra Mundial e as condições de vida nos Campos de Concentração alemães, a qual é quase única em sua franqueza e objetividade: o relatório em três volumes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha a respeito de suas atividades na Segunda Guerra (Genebra, 1948).

Este abrangente relatório proveniente de uma fonte totalmente neutra compreende e expande o conteúdo de duas outras obras publicadas anteriormente: Documents sur l’activité du CICR en faveur des civils detenus dans les camps de concentration en Allemagne (1939-1945)(Documento sobre a atividade do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para os prisioneiros civis nos Campos de Concentração na Alemanha) (Genebra, 1946) e Inter Arma Caritas, Die Arbeit des Internationalen Komitees des Roten Kreuzes während des Zweiten Weltkrieges (O trabalho do Comitê Internacional da Cruz Vermelha durante a Segunda Guerra Mundial) (Genebra, 1947). O grupo de autores sob liderança de Frederic Siordet esclarece na introdução que o relatório foi elaborado segundo a tradição da Cruz Vermelha – PRESERVAR RIGOROSAMENTE A NEUTRALIDADE POLÍTICA – e justamente aqui está seu grande valor.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha baseia-se na Convenção Militar de Genebra de 1929 para obter dados sobre os prisioneiros civis, os quais foram internados na Europa Central e Ocidental pelos órgãos administrativos alemães. Ao contrário disto, foi impossível ao Comitê conseguir acesso à União Soviética. Os milhões de prisioneiros civis e militares na União Soviética, cujas condições de vida eram reconhecidamente as piores, estavam completamente privados de qualquer inspeção.

O Relatório da Cruz Vermelha é, sobretudo, valoroso porque, primeiramente esclarece a justificativa legal sob a qual os judeus foram internados nos Campos de Concentração: como estrangeiros inimigos. Na medida em que ele descreve dois tipos de prisioneiros civis, o relatório diferencia o segundo tipo como “civis que foram removidos por motivos técnico-administrativos, (em alemão ‘Schutzhäftling’), que foram presos por motivos políticos ou raciais, pois sua presença era vista como perigo para o Estado ou para as forças de ocupação” (Volume III, página 73).

Estas pessoas, continua o relatório, “foram classificadas como detidos ou presos sob a lei ordinária por motivos de segurança” (página 74).

O relatório reconhece que inicialmente os alemães quiseram permitir de má vontade a fiscalização dos prisioneiros por motivos de segurança, todavia o Comitê recebeu esta importante autorização da Alemanha ao final de 1942. Foi-lhe permitido distribuir pacotes de víveres nos principais Campos de Concentração da Alemanha a partir de agosto de 1942, e “a partir de fevereiro de 1943, esta permissão foi ampliada a todos os Campos e prisioneiros” (Volume III, página 78). O Comitê construiu logo uma ligação a todos os comandantes dos Campos e pôs em prática um programa de ajuda humanitária que funcionou até os últimos meses de 1945. Aconteceu uma avalanche de cartas de agradecimento por parte dos detentos judeus.

Aqueles que recebiam os pacotes da Cruz Vermelha eram judeus

O relatório deixa claro que “diariamente foram preparados 9.000 pacotes. Do outono de 1943 até maio de 1945 foram enviados aos Campos de Concentração um total de 1.112.000 pacotes pesando ao todo 4.500 toneladas” (Volume III, página 80). Juntamente com os alimentos, os internos receberam roupas e medicamentos. “Pacotes foram enviados a: Dachau, Buchenwald, Sangershausen, Sachsenhausen, Oranienburg, Flossenburg, Landsberg a.Lech, Flöha, Ravensbrück, Hamburg-Neuengamme, Mauthausen, Theresienstadt, Auschwitz, Bergen-Belsen e campos de Viena e na região central e sul da Alemanha.


Os principais receptores foram belgas, holandeses, franceses, gregos, italianos, noruegueses, poloneses e judeus sem pátria” (Volume III, página 83). Ao longo da guerra, “o Comitê esteve em condição de enviar e distribuir ajuda humanitária em um montante superior a 20 milhões de Francos Suíços, que foram doadas por organizações judaicas por todo o planeta, principalmente do Joint Distribution Committee de Nova York” (Volume I, página 644). Esta última organização teve permissão do governo do Reich alemão para manter um escritório em Berlim até a entrada dos EUA na guerra.

A Cruz Vermelha reclamou que obstáculos a seus programas de ajuda humanitária não partia do lado alemão, mas sim através do forte bloqueio da Europa pelos aliados. A maioria de suas compras acontecia na Romênia, Hungria e na Eslováquia.

O comitê elogiou principalmente a liberdade em Theresienstadt até a época de sua última visita em abril de 45. Este Campo, “onde aproximadamente 40.000 judeus de diferentes países estavam alojados, era, em suas devidas proporções, um gueto preferencial (Volume III, página 75). De acordo com o relatório, “foi permitido aos delegados do Comitê inspecionar o Campo de Theresienstadt, o qual se destinava exclusivamente a judeus e foi administrado sob condições especiais."


Através das notícias que eram enviadas ao Comitê, este Campo foi criado como iniciativa especial de diversas lideranças do Reich... Estes gostariam de dar aos judeus a possibilidade de viver numa determinada comunidade sob administração própria e com uma autonomia quase completa... Foi possível a dois delegados visitar o Campo a 6 de abril de 1945. Eles confirmaram a satisfatória impressão de sua primeira visita”   (Volume I, página 642).


Relatório da Cruz Vermelha Internacional

O comitê também tinha elogios ao regime de Íon Antonescu da Romênia fascista, que lhe possibilitou ampliar sua ajuda a 183.000 judeus romenos, até a época da ocupação soviética. Quando esta ajuda cessou, a Cruz Vermelha reclamou veementemente que ninguém tinha sucesso em “enviar alguma coisa para a Rússia” (Volume II, página 62). A mesma situação se repetiu em muitos Campos na Alemanha após a “libertação” pelos russos.


O Comitê recebeu uma grande quantidade de correspondências de Auschwitz até sua ocupação pelas forças soviéticas, quando muitos detentos foram evacuados. Mas os esforços da Cruz Vermelha em enviar ajuda aos outros detentos que ficaram em Auschwitz sob tutela soviética estavam condenados ao fracasso. Contudo, continuou-se o envio de ajuda humanitária aos antigos detentos de Auschwitz que foram evacuados para outros Campos como Buchenwald ou Oranienburg.


Nenhuma prova de genocídio

Um dos aspectos mais importantes do relatório da Cruz Vermelha é mostrar a verdadeira causa dos casos de morte que assolaram os Campos ao final da guerra. O relatório diz:


“Através da situação caótica na Alemanha durante os últimos meses da guerra após a invasão, quando oCampos não recebiam mais qualquer tipo de alimento, a fome provocou um número cada vez maior de vítimas. O próprio governo do Reich alarmado pela situação, informou a Cruz Vermelha a 1 de fevereiro de 1945... Em março de 1945 aconteceram conversações entre o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e o General da SS Kaltenbrunner, com resultados decisivos. A ajuda humanitária poderia ser distribuída de imediato pelo Comitê, e foi permitido a cada um dos delegados da Cruz Vermelha permanecer nos Campos...” (Volume III, página 83).

Naturalmente as autoridades alemãs estavam preocupadas em melhorar as condições dos campos dentro das possibilidades. A Cruz Vermelha disse de forma bastante clara que o envio de alimentos – diante dos ataques aéreos dos aliados contra a infra-estrutura viária alemã – tinha que ser interrompido, e protestou em interesse dos judeus detidos contra a “bárbara guerra aérea dos aliados” (Inter Arma Caritas, página 78). A 2 de outubro de 1944, o Comitê da Cruz Vermelha Internacional alertou o Ministério do Exterior alemão para o iminente colapso do sistema de transporte alemão e esclareceu que a situação de fome seria inevitável para toda a população na Alemanha.
Quando nós nos ocupamos com este abrangente relatório de três volumes, é importante salientar que os delegados da Cruz Vermelha Internacional em momento algum encontraram uma única prova sequer para uma política de extermínio dos judeus nos territórios ocupados pelas potências do eixo. Em todas as 1.660 páginas, o relatório em momento algum simplesmente deu a entender que havia alguma coisa parecida com câmara de gásEle admite que judeus, assim como outras nacionalidades da época da guerra, sofreram iniqüidades e privações, mas se silencia completamente sobre o tema de um extermínio planejado – uma clara refutação da lenda dos seis milhões. Como aos representantes do Vaticano, com os quais ela trabalhava, não foi possível à Cruz Vermelha, como é normal hoje em dia, opinar nas irresponsáveis acusações.


No que concerne à real taxa de natalidade, o relatório destaca que a maioria dos médicos judeus dos Campos, que poderiam combater a epidemia de tifo, foram deslocados para a frente oriental, e conseqüentemente não estavam em condições de combater esta epidemia que assolou sobre os Campos em 1945 (Volume I, página 204).

Aliás, menciona-se freqüentemente que aconteceram execuções em massa nas câmaras de gás, camufladas como ducha. Sobre esta acusação também nada se encontra no relatório. “Não apenas as lavanderias, mas também as salas de banho, ducha e banheiros foram examinados pelos delegados. Várias vezes eles sugeriam melhoras nas instalações ou reparos um recomendavam ampliações.” (Volume III, página 594).


Nem todos foram presos

Volume III do relatório da Cruz Vermelha, capítulo 3 (1. população civil judaica) trata da “ajuda que foi dispensada à parte judaica da população livre”e este capítulo deixa bem claro que nem todos os judeus europeus foram presos em Campos de Concentração, mas permaneceram sob certas restrições, parte da população civil livre. Isto está em contradição com a “determinação” do suposto “programa de extermínio” e com a afirmação das falsas memórias de Hoess, que Eichmann estava possuído em prender “todo simples judeu que ele conseguisse pegar”. Na Eslováquia, por exemplo, onde o assistente de Eichmann, Dieter Wisliceny era responsável, o relatório afirma que uma grande parte da minoria judaica tinha permissão para permanecer no país, e este foi visto por muitos judeus até final de agosto de 1944 como um lugar relativamente seguro.


Eles viveram lá em segurança até as revoltas contra as tropas alemãs em agosto de 1944. É verdade que a lei de 15 de maio de 1942 levou à prisão de milhares de judeus, que foram mantidos desde então nos Campos onde tinham condições de vida e habitação aceitáveis e onde era permitido aos detentos exercerem trabalho remunerado sob condições semelhantes ao livre mercado de trabalho (Volume I, página 646).

Não apenas um grande número dos cerca de 3.000.000 de judeus europeus puderam evitar a detenção, mas a imigração dos judeus continuou durante toda guerra. Geralmente através da Hungria, Romênia e Turquia. Ironicamente, a imigração dos judeus dos territórios ocupados pelos alemães após o início da guerra foi facilitado através do Reich, como no caso dos judeus poloneses, que chegaram à França antes da ocupação. “Os judeus da Polônia, enquanto estiveram na França, receberam permissão de imigração para os EUA e foram tratados pelas autoridades alemãs como cidadãos norte-americanos. A validade dos passaportes, emitida pelos países sul-americanos, foi reconhecida" (Volume I, página 645). Como futuros cidadãos norte-americanos, estes judeus foram reunidos no Campo para estrangeiros norte-americanos em Vittel, no sul da França.

Principalmente a emigração dos judeus europeus da Hungria aconteceu sem dificuldades através das autoridades alemãs. “Até março de 1945”, diz o relatório da Cruz Vermelha, “os judeus puderam deixar a Hungria se possuíssem um visto para a Palestina” (Volume I, página 648). Até mesmo após a dissolução do governo de Horty em 1944 (após tentativa de realizar um cessar-fogo com os soviéticos) através de um governo mais dependente da Alemanha, a emigração dos judeus continuou. O comitê da Cruz Vermelha assegurou o consentimento da Inglaterra e EUA a “dar toda ajuda a fim de possibilitar a emigração dos judeus da Hungria”, e o comitê recebeu dos EUA a notícia que o “governo dos EUA... reafirma com ênfase que está assegurada a viagem para todos os judeus que ela indicou” (Volume I, página 649)."


Abaixo, uma página indicando o número de mortos registrados pela  Cruz Vermelha nos principais campos de concentração nazistas. Será que ela conseguiu errar tanto assim?

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Então, é Natal.

Amigos e amigas.
Recebi por e-mail mais uma versão da origem da "Arvore de Natal". Achei interessante e resolvi compartilhar com vocês. Não a tenho como a verdade; apenas vejo a necessidade de conhecermos os possíveis meandros da origem de algo tão significativo a todos os que têm o Mestre Maior como sua estrela-guia.
Continuo com o espírito plenamente aberto à vida, ao amor e ao bem querer que a data preconiza, independente da história abaixo ser correta. A influência da Palavra do Sábio dos sábios não será facilmente deturpada por uma versão de um detalhe.
Um eterno e constante Feliz Natal a todos os que amam a Vida e o Amor, com toda a saúde em todos os sentidos!
FAB29

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A Trindade Babilônica
Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam que Nimrod se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Nimrod era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis.

Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Nimrod como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Nimrod para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento, ela alegava que Nimrod visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela.

O dia de aniversário de Nimrod era 25 de dezembro. Esta é uma versão da verdadeira origem da "Árvore de Natal"!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Carta a Lula

Amigos e amigas.
Segue abaixo um apanhado jocoso de um jornalista sobre todas as peripécias a respeito das investigações sobre Lula, comparando as acusações contra ele (nenhuma comprovada) com as dezenas (já comprovadas) de tantos caciques políticos que o juiz psdbista Moro ignora olimpicamente, protegido por outro juiz psdbista, Gilmar Mendes, e com o beneplácito do stj.

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Chega a ser escárnio a desfaçatez da Justiça brasileira em sua parcialidade e acovardamento. Juízes de qualidade e ávidos por participar não faltam, mas a mídia vendida só tem espaço para o herói dos paneleiros que só enxerga PT e Lula.

Por ora, vejam mais uma estocada nesse estado apodrecido de coisas.
FAB29

LULA: O INCOMPETENTE!!
"E então, Lula, foram necessários mais de quarenta anos para você se tornar réu pela primeira vez, e isto, num país de políticos ladrões, é muita incompetência!
Todo mundo está ganhando de você, meu amigo.
Se você ganhou do Serra nas urnas, a forra está nos tribunais! Ele está lhe ganhando de 18 processos a 1! Que currículo é esse o seu, até ontem virgem como uma menina de convento, sem ser flagrado uma única vez com a mão na botija, digo, no cofre público?

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Você é um político apagado, sem destaque!… Na Operação Zelotes, você não está, nem na lista de Furnas!! Não estava na Operação Satiagraha, Anões do Orçamento, Privataria Tucana, Trensalão, Banespa, nem merenda escolar você roubou!! Porra, nem uma contazinha no HSBC suíço?!?
A sua incompetência é tão grande que até o mísero Eduardo Cunha lhe humilha: são 23 processos a 1, caramba!!! O Temer, o que é que ele tem que você não tem? Também ganha de você, 4 x 1!
Você é um político miúdo, nunca empreendeu no exterior. FHC tem offshore, Aécio tem offshore, Serra tem offshore, Cunha tem offshore, só você é que não? Que diabo é isso?!?

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Aparece helicóptero com meia tonelada de cocaína e não é seu. Constroem dois aeroportos em fazendas da família, com dinheiro público, e a fazenda não é sua! Mandam pensão, com dinheiro público, para bastardinho no exterior e o bastardinho não é seu!! Vai ser incompetente assim no inferno!!!
Cunha bota a boca no trombone, que vai denunciar pelo menos 170 parlamentares e o Luis Inácio não está! Diz que vai queimar 7 ministros e você não é nenhum deles! Que vai derrubar o segundo presidente, e o golpista não é você, diz que vai enterrar dois ministros do STF!! Nem pra ser denunciado por roubo você serve?
E a sua postura? Ridícula! Você não é maçom, não é membro do Lions, nem do Rotary, não vai aos banquetes da Fiesp, às reuniões da Febraban,…! Que pobreza!
Roube, Lula!! Pelo amor de Deus, roube!!
Disseram que um apartamentinho de um milhão e oitocentos era seu e não é; você mostrou os documentos, a sua (saudosa) mulher estava processando a incorporadora, porque o negócio foi desfeito e não pagaram a vocês.

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Nem para comprar um apê de 44 milhões, em Paris, você serve? O FHC passou na sua frente.
Aí aquela história do sítio do Bunlai que dizem que é seu, que empreiteiro fez obra de graça. Mais um ponto pro FHC: ele não tem sítio; tem fazenda, com um aeroporto dentro, presente de uma empreiteira!! Você é péssimo pra fazer negócios, Lula!
Todo mundo tem iate, você tem canoa de lata, pode? E pedalinho, afff!! Pedalinho, eu não aguento!
E o que é que você tem feito pelos seus filhos, seu desnaturado?
A filha do Serra saiu da miséria para uma das cem maiores fortunas brasileiras em menos de um ano; agora é sócia do dono da Ambev, a maior fortuna individual do país. O filho do FHC é representante da Disney no Brasil. O Michelzinho já nasceu com dois milhões na conta, presente de papá. E você…? Desnaturado!
E esse seu primeiro processo… É desmoralizante, Lula: obstrução da Justiça?!
Você podendo roubar, afanar, surrupiar, dar golpe, governar o Paraná, São Paulo, Goiás… E olha quem o indiciou, um juizeco que estava afastado, sabe por que? Acusado de obstruir a justiça, igual a você!! Pode rir, ele era da Zelotes, o Supremo mandava as provas e ele não considerava, isentando todo mundo, mas também só tinha pobre: Itaú, Bradesco, Gerdau, Natura, Globo… Caridade, com certeza.
Encerro por aqui, Lula, com um conselho: roube, roube, roube, roube muito, roube tudo, colecione processos por roubo, corrompa para não ser indiciado. Corrompa para ser absolvido.

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Perdoe o amigo a minha preocupação. Você quer ser presidente, eu o quero presidente, mas se você não começar a roubar, os coxinhas não vão votar em você.
Preocupadamente
Francisco Costa
Rio, 31/07/2016."

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Miséria brasileira

Amigos e amigas.
Eu costumo dizer: nós somos tudo aquilo que aceitamos ser. A miséria brasileira salta aos olhos e vaza pelos poros. O brasileiro consegue ser:
- um miserável cultural cercado por um mar de variedades e originalidades artísticas do mais alto nível;
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Com tudo isso, só dão espaço pra funk, axé, sertanojo, rap,...!
- um miserável moral que aceita bovinamente banalizações perpetradas pela grande podre mídia (violência. lascívia, imbecilização,...);
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Quem propaga e quem a sustenta, consumindo.

- um miserável espiritual e intelectual cercado de religiosidades elevadas e ensinamentos universais;
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Basta um mínimo de inteligência para se ver isto

- um miserável político derivado do tripé da autodestruição: comodismo, alienação e estupidez;
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Entenderam, paneleiros?!

- um miserável social que aceita ser alijado do básico para viver, tendo uma riqueza imensurável ao seu redor;

Imagem relacionada
Cena comum, para a satisfação dos grandes parasitas

- um miserável pura e simplesmente por trabalhar de sol a sol apenas para pagar mil impostos sem recíproca.

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Pobres ladrões! Assalto honesto não compensa mais!

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Palavras de um mestre das palavras.
João Cabral de Mello Neto (com seu poema "O cassaco de engenho") destrinchou milimetricamente a que ponto chega um ser humano sugado até o seu limite de resistência por aceitar tudo como bom hospedeiro. Exemplo:
 “- O cassaco de engenho/ de longe é como gente:
- De perto é que se vê/ o que há de diferente.
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Vida é dinamismo. Senão, mofa!
Chico Buarque (na primeira parte da sua canção "Rosa dos Ventos") sintetizou à perfeição essa miserabilidade:
"E, do amor, gritou-se o escândalo;
Do medo, criou-se o trágico:
No rosto, pintou-se o pálido
e não rolou uma lágrima,
nem uma lástima pra socorrer.

E, na gente, vê o hábito
de caminhar pelas trevas,
de murmurar entre as pregas,
de tirar leite das pedras,
de ver o tempo correr!"

A passividade é o maior câncer social fomentado a todo instante e custo pelos supremacistas, em especial, através de suas mídias, que existem para evitar que as pessoas raciocinem, reflitam e concluam por si mesmas. Mesmo pessoas com condições de sair dessa matrix nefasta são facilmente contaminadas pela mídia cancerígena que propala todo tipo de algaravia. E elas, tanto quanto a massa oligofrênica, se deixam levar.

Triste povo potencialmente milionário que se sujeita a privações e manipulações, onde lhe ordenam o que e como gostar, odiar, protestar, aceitar ou não,...! Zumbis, fantoches, simulacros de vida!

União e educação eliminariam os grandes parasitas em uma geração. Por isso que eles jamais permitirão que tal pesadelo se realize. Enquanto isso, nós é que vivemos este que eles criaram para nos anular.
FAB29

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Novamente JFK

Amigos e amigas.
No extenso artigo abaixo (que adaptei daqui), poderão ver mais um capítulo da saga que tenta desvendar o pior acontecimento envolvendo um presidente dos EUA: o assassinato de John Kennedy.
Os detalhes dos fatos da época, as atitudes firmes de Kennedy, o envolvimento da Máfia, tudo mostra que tal atentado foi uma das maiores operações terroristas da História.
Mergulhem nessa espiral de hipocrisia em torno do trágico fim de um estadista.
Veja mais aqui.
FAB29

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Chega a ser incrível que, meio século depois, siga sem explicação por parte das autoridades estadunidenses o mais importante magnicídio de sua história. Parece que isso tampouco interessou ao FBI ou à CIA, amplamente infiltrados pelo Mossad, resolver este caso. Sobre a infiltração do Mossad no FBI e na CIA, foram reiteradas vezes demonstrados repetidos casos de espionagem israelense contra os Estados Unidos – descobertos nas últimas décadas e arquivados misteriosamente, sem mais consequências – como foi o caso protagonizado pelo cidadão estadunidense-israelense Jonathan Jay Pollard, alto funcionário da Administração americana. Numerosos oficiais e funcionários de ambos os corpos de Segurança e Inteligência estadunidenses são, além de cidadãos estadunidenses, judeus naturalizados israelenses e, em muitos casos, com anos de residência em Israel.

Teorias sobre o magnicídio
São numerosas as teorias sobre o assassinato de Kennedy difundidas amplamente pelos meios de comunicação americanos após o magnicídio. Uma das mais importantes é a referente à conspiração da CIA para assassinar o presidente. No entanto, esta teoria conduz, em realidade, a acusar Israel, pois a Agência Central de Inteligência está desde sempre fortemente infiltrada pelo Mossad.

Esta teoria se baseia na profunda inimizade a JFK que reinava na CIA em 1963 por causa da negativa de Kennedy em apoiar militarmente essa agência na invasão da Baía dos Porcos, que fracassou miseravelmente, o que reforçou extremamente a revolução castrista em Cuba. Kennedy estava farto dos desmandos da CIA e disse ao seu colaborador, Clark Cliford, pouco depois do fracasso em Cuba: "quero desmantelar em mil pedaços a CIA e jogá-los aos quatro ventos". Israel, mediante seus homens na CIA, estava ciente dessas relações de máxima tensão entre Kennedy e a agência. [...]

Por que Israel assassinou Kennedy
Documentos desclassificados nos últimos anos, tanto em Israel quanto nos Estados Unidos, revelam com dados concretos o que já era conhecido a grosso modo daquele fatídico dia 22 de novembro de 1963: a forte tensão então existente entre o presidente Kennedy e o então primeiro-ministro de Israel, David Ben Gurion, a respeito da insistência de JFK na necessidade de que Israel permitisse que cientistas estadunidenses inspecionassem periodicamente a então recém-construída central nuclear de Dimona, no deserto de Neguev, obra realizada pela França.

Tudo começou quando, em 1960, a Administração do então presidente dos Estados Unidos, Eisenhower (que na guerra de Suez de 1956 havia exigido à Grã-Bretanha, França e Israel deterem imediatamente seu ataque triplo contra o Egito) pediu a Ben Gurion explicações sobre uma misteriosa construção perto de Dimona, no meio do deserto. Os israelenses afirmaram que se tratava de uma central têxtil inofensiva. No entanto, a CIA seguiu investigando e obteve fotografias das instalações de Dimona que foram classificadas como "top secret", mas pouco depois o The New York Times as publicou.

Quando o presidente Kennedy tomou posse de seu cargo, em 20 de janeiro de 1961, a questão de Dimona se havia convertido em uma autêntica bomba-relógio nas relações entre Tel Aviv e Washington. A Administração Kennedy mantinha suas exigências sobre Dimona, o que Israel se esquivava alegando então que o local era uma central nuclear, mas que tinha fins pacíficos. Washington, como forma de pressionar Israel, se negou a convidar Ben Gurion a visitar a Casa Branca.

Para amenizar a tensão e poder ter uma conversa com Kennedy, Ben Gurion aceitou permitir uma visita de inspeção de cientistas americanos à central de Dimona, que foi realizada em 20 de maio de 1961. As autoridades americanas selecionaram dois cientistas para essa missão, Ulysses Staebler e Jess Croach, que chegaram a Israel três dias antes de visitar o local. Ambos certificaram em Washington, em um informe, que a central nuclear israelense tinha fins pacíficos.

A partir desse informe, foi possível realizar um encontro entre Kennedy e Ben Gurion no dia 30 de maio de 1961, no hotel Waldorf Astoria, em Nova York, que foi dominado pelo "affaire" Dimona, mas transcorrido em um ambiente tranqüilo. O confronto foi adiado para depois.

Ben Gurion, consciente de que Israel era um estado débil e economicamente dependente das doações de poderosas famílias judias e organizações sionistas no exterior, especialmente nos Estados Unidos, temia as possíveis sanções econômicas estadunidenses, que, obviamente, seriam uma catástrofe para o estado recentemente implantado. Assim, o mandatário israelense "enrolava" as conversas com Kennedy sobre as visitas periódicas de cientistas americanos a Dimona.

Finalmente Kennedy se cansou e escreveu uma carta pessoal a Ben Gurion, em 18 de maio de 1963, que continha claras ameaças de isolar internacionalmente Israel se este não permitisse uma equipe de cientistas americanos a inspecionar Dimona. Em vez de responder àquela carta, Ben Gurion demitiu-se subitamente de seu cargo [Em 21/06/1963].

"Algumas cartas trocadas entre JFK e Ben Gurion seguem sendo classificadas. Nem sequer aos altos cargos da inteligência estadunidense, dotados de especiais habilidades em matéria de segurança, é permitido o acesso a estes documentos potencialmente explosivos". (Final Judgment, The Missing Link in the JFK Assassination Controversy, Michael Collins Piper).

Uma nova carta de Kennedy foi entregue a Levi Eshkol, dez dias após a posse deste de seu cargo de primeiro-ministro de Israel, em 5 de julho de 1961. Desde aquela mensagem contundente enviada pelo presidente Eisenhower a Ben Gurion em plena guerra de Suez (1956), Israel não recebia uma carta procedente de Washington tão desafiante como essa. O presidente americano advertia Israel que o compromisso estadunidense a seu favor poderia sofrer sérios danos se Tel Aviv não deixasse Washington ter "informações confiáveis" sobre a atividade nuclear israelense. Na carta, Kennedy especificava com detalhes como deveriam ser realizadas as inspeções periódicas estadunidenses na central nuclear de Dimona. Na realidade, Levi Eshkol via naquela carta um claro ultimato.

Cinco primeiros-ministros de Israel envolvidos?
Não se sabe exatamente qual daqueles dois primeiros-ministros – Ben Gurion ou Eshkol – havia tomado a decisão de assassinar Kennedy, pois ambos tinham um passado de terroristas consumados. Ben Gurion era o promotor e fundador do grupo judeu armado Hashomer, na Palestina em 1909, além de ter sido membro da Legião Judia do Exército britânico na Primeira Guerra Mundial. Eshkol não ficava atrás, pois foi um dos cabeças da organização terrorista Haganah, cuja origem era precisamente o Hashomer. Qualquer um desses dois criminosos, acusados nos anos 30 e 40 por seus múltiplos assassinatos e atentados pela polícia britânica na Palestina e no resto do mundo, e elevados posteriormente ao cargo de primeiro-ministro, podia ser o idealizador do assassinato de Kennedy, ainda que Eshkol tenha sido o que colocou o plano em prática.

Um terceiro terrorista e "futuro" primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Shamir, tomou parte na conspiração para assassinar Kennedy. Durante o domínio britânico na Palestina, Shamir era membro do grupo terrorista judeu Irgun, ingressando mais tarde no Lehi, outra organização terrorista judia na Palestina.

Quando Eshkol tomou posse de seu cargo de primeiro-ministro, Shamir era chefe do comando de assassinatos do Mossad, onde serviu de 1955 a 1965, período em que residia a maior parte do tempo em Paris, onde se localizava a sede européia do Mossad. Shamir se dedicava no Mossad, entre outras coisas, a executar a chamada Operação Damocles, na qual foram assassinados vários cientistas alemães que haviam saído do Egito após a revolução dos Oficiais Livres, em 1952, e a chegada de Nasser ao poder. [...]

Um quarto terrorista e "futuro" primeiro ministro de Israel, Menachem Begin, reclamado pela justiça britânica durante o mandato britânico na Palestina, participou também, em 1963, na conspiração para assassinar Kennedy. Begin havia militado na organização terrorista Irgun até converter-se, em 1943, em seu líder. Foi ele quem ordenou a matança do hotel Rei Davi, em Jerusalém, em 1946, na qual foram assassinadas 91 pessoas. Dois anos mais tarde, 132 terroristas do Irgun, comandados pelo próprio Begin, perpetraram a famosa chacina de Deir Yasin, em que foram assassinadas duas centenas de aldeões palestinos, incluindo mulheres e crianças.

Ficou provado, graças a declarações de testemunhas e documentos desclassificados que, semanas antes do magnicídio em Dallas, Begin teve contatos com Micky Cohen, o homem de confiança na Costa Oeste dos EUA da figura mais importante do crime organizado do país [MÁFIA], o judeu Meyer Lansky, personagem central na conspiração contra a vida de Kennedy, como veremos mais adiante. Cohen foi quem recrutou o judeu Jack Ruby – que, por sua vez, pertencia ao sindicato do crime de Lansky – para que assassinasse Lee Harvey Oswald, acusado de ser o autor material do assassinato de Kennedy. Segundo o livro de Collins Piper, Micky Cohen colaborou estritamente com Menachem Begin nas semanas anteriores ao magnicídio.

Um quinto "futuro" primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, se encontrava em Dallas no dia do assassinato de Kennedy, tal como reconhece a viúva de Rabin, Leah Rabin, na biografia que escreveu sobre seu marido após seu assassinato. [...]

Vanunu e Collins Piper, entre outros
Na realidade, a teoria de que Israel estaria por trás do assassinato de JFK, não é nova nem é desconhecida, mas nunca foi levada a sério nem pelas autoridades de Washington nem pelos meios de comunicação americanos, duas áreas essas controladas pelo sionismo e por Israel mediante um formidável lobby político financeiro judeu. [...]

Um exemplo disso é o dissidente israelense Mordechai Vanunu que assegurou, em uma entrevista com o Al Wasat, suplemento semanal do diário Al Hayat, que é editado em Londres, publicada em 25 de julho de 2004, que havia "indícios quase certos" de que Israel esteve envolvido no assassinato de Kennedy, com o objetivo de por fim às pressões que este exercia para que os EUA inspecionasse periodicamente a central nuclear de Dimona. Suas declarações deram a volta ao mundo, sendo notícia de primeira página e de amplos comentários e artigos, salvo nos Estados Unidos, onde o silêncio midiático sobre o papel de Israel nesse magnicídio seguia sendo sepulcral.

Neste contexto há que mencionar, entre outros, o livro do aclamado jornalista e investigador estadunidense, Michael Collins Piper, intitulado "Final Judgment - The Missing Link in the JFK Assassination Controversy", editado em 1995 pela Wolfe Press. Trata-se de um livro que foi denunciado e criticado de modo histérico pelos defensores da sempre falsa imagem de Israel no Ocidente, acusando o seu autor de ser antissemita, acusação com a qual Israel e o sionismo internacional pretendem calar qualquer voz que denuncie no Ocidente seus incontáveis crimes perpetrados pelos cinco continentes.

Collins Piper disse, referindo-se a como lhe ocorreu escrever essa obra, que, lendo o livro "Coup d'Etat in America" de A.J. Weberman e Michael Canfield, editado em 1975, que fala sobre o assassinato do ex-presidente dos EUA, lhe chamou a atenção um parágrafo, na página 41 deste livro, que diz o seguinte: "Após o assassinato de Kennedy, um informante dos Serviços Secretos e do FBI, que havia se infiltrado em um grupo de exilados cubanos anticastristas, a quem tentava vender metralhadoras, informou que no dia 21 de novembro de 1963 (um dia antes do magnicídio) pessoas desse grupo lhe disseram: 'agora temos muito dinheiro, nossos novos aliados serão os judeus, após despacharem JFK'. Este informante havia administrado informações confiáveis no passado".

Alguns defensores de Israel na imprensa estadunidense da época tentaram desviar a atenção para que não fossem salpicados por esta referência "aos judeus" no mencionado parágrafo de “Coup d'Etat in América”, alegando que, a quem se referia na realidade era a mafiosos judeus como o gângster Meyer Lansky que, antes do triunfo da revolução cubana, dominavam o negócio do jogo e dos cassinos em Cuba. O diário israelense Maariv publicou um artigo sobre Lansky em abril de 2013 que descrevia Lansky como "o maior gângster judeu da história" (Elder of Ziyon, 18 de abril de 2013). Segundo o Maariv, Lansky doou milhões de dólares em apoio à criação do Estado de Israel.

Collins Piper seguiu investigando nessa direção, chegando à conclusão, mediante numerosos dados encontrados em livros sobre a vida de Lansky e outros documentos, que este gângster era, na realidade, o rei do crime na Cuba pré-castrista e na California. Por outro lado, numerosos livros, documentos e investigações jornalísticas sobre o magnicídio apontavam mafiosos destacados como possíveis implicados na conspiração para assassinar Kennedy. Todos aqueles nomes não eram mais que homens de Lansky. No entanto, a maioria dos meios de comunicação seguia ignorando o papel angular de Lansky na conspiração.

Outra conclusão crucial à que chegou Collins Piper em suas investigações é a existência de estreitas relações de Lansky com Israel. De fato, este mafioso fugiu para Israel quando o ambiente estava muito explosivo nos Estados Unidos após o assassinato de Kennedy. Na década de 70, Lansky solicitou refúgio em Israel, sendo amparado, em sua condição de judeu, na lei israelense chamada Lei do Retorno, mas a grande pressão exercida por Washington impediu que Tel Aviv o acolhesse, chegando a extraditá-lo aos Estados Unidos, onde tinha que comparecer ante os tribunais por vários delitos; nenhum deles era relacionado com sua implicação na morte de Kennedy. [...]

Permindex Connection
O autor de The Final Judgment disse: "Compreender as forças que há por trás da Permindex é compreender a resposta ao maior mistério do século XX: a pergunta sobre quem assassinou John F. Kennedy."

A Permindex, também conhecida como Permanent Industrial Exposition, é uma organização comercial internacional com o quartel general na cidade suíça da Basileia, berço do Movimento Sionista Internacional, que celebrou sua conferência de fundação naquela cidade em 1898. A Permindex, segundo muitos especialistas em Serviços Secretos, não é mais que uma organização de fachada da CIA, que foi descrita como o dedo acusador de mais de um investigador do assassinato de JFK. Essa organização está fortemente infiltrada, como veremos mais adiante, pelo Mossad e é o "elo perdido" que conecta Israel diretamente não só com o magnicídio perpetrado naquele 22 de novembro de 1963 em Dallas, mas também para procurar manter indefinidamente misterioso o mais importante assassinato do século passado.

Os personagens centrais da Permindex em 1963 e anos imediatamente anteriores têm fortes laços não só com Meyer Lansky, mas com o próprio Mossad.

Exemplo disso é Clay Shaw, diretor do The International Trade Mart, em Nova Orleans. Em 1º de março de 1967, foi preso por ordem do Procurador-Geral dessa cidade, Jim Garrison. Este o acusou formalmente de conspirar para assassinar Kennedy. As investigações posteriores conduziram à descoberta de fortes laços entre Shaw e Lee Harvy Oswald (único acusado de ter disparado contra JFK), o Mossad, a Permindex e o Sindicato do Crime de Meyer Lansky. Declarações de testemunhas, ex-agentes e ex-diretores da CIA confirmaram, junto a provas contundentes, a participação de Shaw na conspiração contra o então presidente dos EUA. Misteriosamente, o jurado demorou apenas uma hora para declarar Shaw inocente, em 1º de março de 1969.

Outro dos personagens da trama contra Kennedy foi um dos chefões da Permindex, o judeu Louis M. Bloomfield, com base em Montreal (Canadá), que havia trabalhado para a CIA durante anos e representava os interesses da poderosa família judia estadunidense Bronfman. Essa família não funcionava então apenas como um dos principais avalistas internacionais do Estado de Israel, mas também foi ao longo de muito tempo uma das principais componentes do Sindicato do Crime de Lansky. Além disso, Bloomfield foi o líder da Histadrut israelense no Canadá durante mais de 20 anos, segundo o The Canadian Jewish Chronicle, de 16 de julho de 1965 e 16 de fevereiro de 2013. O gigantesco sindicato operário israelense Histadrut chegou a ser um dos pilares fundamentais do sionismo não só dentro de Israel, mas também no exterior. Bloomfield, líder do lobby israelense e da Comunidade Judia no Canadá, faleceu em Jerusalém em julho de 1984.

Na Permindex também se encontrava outro milionário judeu, Tibor Rosenbaum, um dos patrocinadores do Estado de Israel e o primeiro diretor financeiro e de fornecimentos do Mossad. De nacionalidade israelense, Rosenbaum foi também um dos principais financiadores da Permindex. Como presidente do Banque de Credit Internationale, também serviu como o principal responsável na Europa pela lavagem de dinheiro do sindicato do crime de Meyer Lansky.

Há muitos outros nomes implicados na conspiração israelense para assassinar Kennedy, muitos deles são judeus fortemente ligados a Israel. Além dos já mencionados e dos pertencentes à Permindex, há personalidades israelenses e outras pertencentes à CIA, ao sindicato do crime de Lansky, a grupos de dissidentes cubanos anticastristas, a influentes setores da mídia dos Estados Unidos que se encarregaram de criar e difundir amplamente como "escudo" Lee Harvey Oswald, um "agitador pró-castrista e pró-comunista", com o qual se distraiu totalmente a atenção da opinião pública estadunidense dos verdadeiros assassinos de Kennedy. Esses meios de comunicação sionistas ligados a Israel se dedicaram a difundir mil histórias sobre as muitas hipotéticas teorias sobre o assassinato do presidente em uma gigantesca operação de desinformação que deixava enterrada para sempre a verdade sobre o que aconteceu.

Exemplos desses últimos são os judeus estadunidenses, os irmãos Edgar e Edith Stern, amigos íntimos de Clay Shaw e proprietários do império midiático WDSU, que se encarregaram de distorcer a verdade sobre o papel de Shaw no magnicídio até que este foi declarado inocente por um jurado fortemente influenciado por essa vasta campanha midiática a favor do acusado.

A Comissão Warren
Lyndon B. Johnson, vice de Kennedy, também não se livrou das acusações de fazer parte da conspiração. Na semana que assumiu a presidência dos Estados Unidos, uma vez que JFK já havia sido assassinado, Johnson ordenou a formação de uma comissão para investigar o magnicídio, presidida por Earl Warren, então presidente da Corte Suprema, pelo que foi conhecida como Comissão Warren.

O informe final da Comissão Warren, de 889 páginas, incluía 552 testemunhas, milhares de documentos e umas tantas conclusões. Essas vinham a simplificar escandalosamente os acontecimentos de Dallas naquele 22 de novembro de 1963 e o posterior assassinato de Lee Harvey Oswald, reduzindo a atuação de Oswald à sua "vontade própria", assim como a do judeu estadunidense Jack Ruby ao assassiná-lo dois dias depois. Segundo essa conclusão surrealista, ninguém conspirou para matar o presidente dos Estados Unidos e tudo foi obra de um indivíduo desequilibrado e pró-castrista, e Ruby, ao assassiná-lo, fazia por iniciativa própria.

Alguns autores desmontaram as conclusões da Comissão Warren, como o próprio Collins Piper.

Outro autor, Mark Lane, em seu livro "Rush to Judgment, 1966", chega à conclusão de que houve uma múltipla conspiração para assassinar Kennedy. Este livro, que coleta documentos e entrevistas com numerosos testemunhos, foi convertido em um documentário de 122 minutos produzido pela BBC.

Lee Harvey Oswald e Jack Ruby (Jack Rubenstein)
Numerosos investigadores independentes do magnicídio de Dallas têm sérias dúvidas se Oswald realmente esteve envolvido no crime, pois se tratava de um péssimo atirador muito longe de acertar com seus disparos um branco em movimento e à longa distância, como era o caso do presidente Kennedy, que estava dentro de um carro que circulava pela praça Dealey, em Dallas. De fato, Oswald, como qualquer outro fuzileiro naval, foi treinado e avaliado no tiro, anotando 212 pontos em dezembro de 1956, ligeiramente acima do mínimo necessário para sua qualificação como um atirador. Em maio de 1959, sua marca caiu para 191. Quem iria confiar um disparo tão "histórico" a um mal atirador? E qual atirador medíocre poderia se imaginar assassinando um Kennedy em movimento, disparando de uma longa distância? O presidente foi assassinado com três tiros, que teriam de ser disparados por mais de um atirador ou por um atirador profissional e com muito sangue frio.

Oswald, detido minutos depois do tiroteio e interrogado, negou em todos os momentos ter matado Kennedy e afirmou em público que ele era um "bode expiatório". [...]

Por outro lado, e segundo várias fontes, o judeu sionista A.L. Botnick, sobre quem o The New York Times disse, em 9 de outubro de 1995 (pouco depois de sua morte), que foi diretor regional da base de Nova Orleans da Liga Anti-Difamação de B'nai B'rith (muito conhecida entidade de propaganda israelense ligada ao Mossad) durante três décadas, tinha fortes laços com o responsável de operações da CIA nessa cidade, Guy Banister. Este era quem criou, durante o período anterior ao assassinato de Kennedy, o perfil de pró-castrista de Oswald, perfil que, uma vez perpetrado o crime, foi muito difundido pelos meios de comunicação dos EUA numa gigantesca operação de desinformação. Múltiplas evidências e indícios assinalam que a manipulação de Oswald, até o dia do assassinato de Kennedy, se desenvolvia sob a supervisão da Liga Anti-Difamação.

Enquanto ao judeu Jack Rubenstein, conhecido como Jack Ruby, não era nenhum desconhecido e nenhum cidadão qualquer, como o descreveu a mídia estadunidense: "um cidadão simples que quis vingar o assassinato de Kennedy, por sua vez, assassinando Oswald dois dias após a detenção deste último, em 24 de novembro de 1963". O assassinato de Oswald se consumou enquanto a polícia o tirava do quartel em Dallas para levá-lo à prisão do condado. Havia uma multidão de fotógrafos, cinegrafistas e jornalistas seguindo Oswald, que ia caminhando junto aos guardas pelo estacionamento subterrâneo do quartel da polícia. Jack Ruby se adiantou em meio ao grupo de profissionais da imprensa e disparou contra Oswald, assassinando-o.

No informe da Comissão Warren, se afirma que Ruby – morto misteriosamente em 3 de janeiro de 1967 na prisão (foi dito que morreu de câncer) – atuou por iniciativa própria, sem fazer parte de nenhuma conspiração. No entanto, Ruby, que foi preso imediatamente após disparar em Oswald, declarou a gritos, perante numerosas testemunhas, que "nós, judeus, temos coragem", reconhecendo assim que cometeu seu crime em condição de judeu.

O autor de "Rush to Judgment", Mark Lane – que era advogado da mãe de Oswald no julgamento de Ruby – se pergunta na página 18 do livro: "Como pode Ruby chegar tão perto de Oswald, quando este se encontrava fortemente protegido pela polícia dentro de seu quartel?". Lane não descarta que tenha havido conivência por parte da polícia para deixar que Ruby tivesse acesso a Oswald e, além disso, em sua condição de advogado que era parte central no julgamento, apresenta em seu livro numerosos testemunhos e provas de que o assassinato de Oswald foi premeditado como parte de uma conspiração e de que a polícia de Dallas tinha uma longa e corrupta relação com Ruby, anterior ao assassinato de Kennedy.

Ruby era um conhecido gângster do Texas, onde gerenciava cabarés e negócios de bebidas, e pertencia, segundo Collins Piper, ao sindicato do crime de Meyer Lansky. Em resumo, Ruby era o homem de Lansky em Dallas, com o qual se fecha o círculo de envolvimento do Mossad no magnicídio.

Abaixo, um vídeo em que Muamar Kadhafi também comenta sobre o assassinato de Kennedy e outras coisas interessantes que explicam porque ele foi impiedosamente caçado e morto: