Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

ELETROMAGNETISMO E GRAVIDADE

Amigos e amigas.
O post abaixo é uma compilação adaptada de uns 8 sítios e blogs (incluindo Wikipédia) no qual a gravidade é execrada por uma parte da comunidade científica.

Assim como tantos outros assuntos (aquecimento global, manto terrestre, heliocentrismo, evolução, etc), o assunto me é imensamente curioso e interessante. Por isto, sempre que encontro tópicos exibidos dessa maneira, sinto-me na obrigação de compartilhar.

Vejam que vale, no mínimo, uma cócega no cérebro.
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Núcleo magnético ? Gravitacional ?

A força eletromagnética é um duodecilhão (1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000) mais forte que a gravidade ou seja: 39 bilhões e bilhões e bilhões de vezes mais forte. A força gravitacional é ‘menos 10 elevado a 13’, ou seja, comparada à força eletromagnética, a força gravitacional é ZERO. Um dos físicos que no passado trabalharam com Immanuel Velikovskian, Dr. Earl Richard Vincent Milton, escreveu um artigo científico onde menciona que a força gravitacional dividida pela força eletromagnética, que é de ‘10 elevado a 39’, é tão fraca quanto zero. A força de atração magnética de um imã de geladeira é maior que toda a força gravitacional da Terra.

A gravidade não é uma carga ou partícula elétrica, não produz eletricidade, não produz campo elétrico, não produz radiação, não é uma onda eletromagnética, não produz um campo magnético, não produz ressonância ou frequência, não é uma força detectada por rádio-frequência, não é uma força que pode ser reproduzida em laboratório e, portanto não existe como força de grandeza em complexas equações da física de partículas. A gravidade é tão nula como força, que sua existência é desprezada na física quântica. Sua presença no quadro de forças elementares da natureza é insignificante, logo sua permanência ocorre apenas por conveniência pseudocientífica.

Isaac Newton criou uma fórmula matemática para a gravidade, mas não sabia explicar exatamente o que era gravidade. Sua fórmula matemática, na verdade, serve apenas para medir a aceleração e o peso de um corpo em queda. Já seu conceito como força é uma piada filosófica. Não é a gravidade que atrai um corpo lançado de um prédio de dez andares. O peso do corpo, sua densidade e a pressão exercida pela atmosfera são forças suficientes para que corpos e objetos estejam em queda. Nem é preciso uma força de atração poderosa como a atração magnética. Basta lembrar que o peso do ar contido na atmosfera da Terra pesa aproximadamente 4,5 bilhões de toneladas.

Esse peso do ar sobre a superfície do planeta produz o efeito que conhecemos como pressão da atmosfera. Quando você está no alto de uma montanha, a pressão da atmosfera é menor. Esta diminuição ocorre porque há menos ar sobre a sua cabeça. Quando nós estamos no nível do mar, a pressão é maior, pois a quantidade de ar sobre nossas cabeças é maior. A pressão ao nível do mar é chamada de “1 atmosfera (1 ata)”. Nosso corpo só não é esmagado pela pressão do ar porque o ar também é feito, essencialmente, de água (70%), o que impede que ele seja comprimido.

Tanto o oxigênio como outros gases da atmo são magnéticos ou diamagnéticos e, portanto estão sendo atraídos ou confinados magneticamente pelo campo magnético da Terra, do Sol e da Lua. Se existe pressão da atmosfera e gases confinados dentro de nossa atmo, é porque a força magnética atrai e confina todos os gases que conhecemos. A suposta gravidade é apenas uma suposta força e, portanto não é um imã, logo, não poderia estar atraindo nada.

A força de atração entre corpos e objetos é o magnetismo. Toda a matéria é composta de átomos. Todo átomo possui uma corrente elétrica e um campo magnético. O magnetismo também está presente no oxigênio, nos minerais, rochas, montanhas, material vulcânico, plantas, árvores e etc. O conceito teórico de gravidade de que um corpo com massa maior atrai outro de menor massa não ocorre pelo fator gravidade. Em nenhum experimento, esta teoria de atração pelas diferentes massas de corpos foi comprovada e, portanto, não faz o menor sentido quando existe a força eletromagnética.

Um corpo denso e maior possui uma massa magnética maior, mas seus átomos não estão alinhados para uma polarização magnética, logo esta atração é muito pequena. Para um imã ser ativo, os átomos precisam estar alinhados na mesma direção. Nos átomos, os elétrons e o núcleo encontram-se sempre em um movimento de rotação. Este movimento de rotação é chamado de spin. Se eles giram em sentidos diferentes, desta forma um movimento compensa o outro e não há magnetismo. Nos ímãs, porém, ambos giram na mesma direção e isso causa o efeito de um intenso campo magnético. Assim sendo, para que corpos com massa maior possam atrair corpos como massas maiores, iguais ou menores, é preciso que haja um alinhamento direcional dos átomos.

A “Lei da Gravitação Universal” diz que massa atrai massa e que, quanto mais afastados estiverem os corpos, menor será a intensidade dessa suposta força. Newton descobriu que "a força de atração gravitacional era inversamente proporcional ao quadrado da distância entre as massas". Em outras palavras, quanto mais afastados estiverem os objetos, menor será à força de atração entre eles. Newton usou basicamente uma lógica primária para explicar uma força de atração gravitacional que jamais foi comprovada ou reproduzida em experimentos.

"Se um indivíduo possui massa, por que não está atraindo outros corpos que também têm massa?". A resposta dada por Newton é que um indivíduo está sim, atraindo outros corpos que estão ao seu redor. Mas, como tem uma massa pequena e os outros corpos também, essa força de atração se torna desprezível. Quando pelo menos um dos corpos tem uma massa considerável, como é o caso do planeta Terra, é possível sentir a força de atração gravitacional.

A gravidade de Newton é essencialmente de atração. Ao contrário da gravidade, a força eletromagnética é uma força de atração e de repulsão. A força eletromagnética repele e atrai, sendo, portanto, uma força mais completa e bilhões de vezes mais forte que a suposta e imaginária força de atração gravitacional.

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Muito simples !...
Segundo Newton, a fraca e suposta gravidade da Terra atrai a Lua e outros corpos ao seu redor. Para explicar esta imaginária atração gravitacional é preciso usar à imaginação, uma vez que não há como reproduzi-la em laboratório. Então, imagine que você tem uma pedra na mão e a deixa cair. Ela descreverá uma trajetória vertical e para baixo. Depois, pegue a pedra, lance-a para frente e observe que ela descreverá uma trajetória parabólica, chegando ao solo alguns metros à frente. Agora pense na possibilidade de poder lançá-la cada vez mais longe: o que aconteceria com essa pedra? É natural que ela continue caindo, já que é "atraída pela Terra".

Porém, dependendo da velocidade com que ela é lançada pode ocorrer algo “curioso” (curioso, neste caso, é o mesmo que anticientífico), e "a pedra PODE (???)” entrar em um movimento de "queda eterna", que é conhecido como movimento de órbita. Resumindo, a resposta da explicação para a imaginária gravidade é essa: se a Lua executa um movimento orbital devido à atração que a Terra exerce sobre ela, isso quer dizer que a Lua está em movimento de queda, mas que nunca chegará atingir a Terra.

G não é uma constante como alega a pseudociência. Recentemente, uma comissão de cientistas e pesquisadores australianos e alemães usaram diversos dados coletados nas missões dos ônibus espaciais para criar os “mapas da gravidade” da Terra em alta resolução. Os resultados surpreenderam os cientistas e pesquisadores que obtiveram dados que revelam grandes variações gravitacionais. Segundo os resultados, as variações são até 40% maiores do que se suponha anteriormente. Uma equipe calculou a suposta gravidade em queda livre em três bilhões de pontos, um ponto a cada 200 metros, com objetivo de criar mapas de alta resolução sobre a variação gravitacional.

Os dados indicam que a gravidade mais forte na superfície da Terra fica próxima ao Pólo Norte, enquanto a menor fica no alto dos Andes, mais precisamente na montanha Huascaran. “Uma gravidade variável poderá causar uma revolução na Física, pois comprova que a gravidade não é uma constante e, portanto não permite uma força exponencial sobre a Terra”, afirma o professor de Física Christian Hirt, membro da equipe.

"Se G variar o menor que seja, então, deduzimos que G depende de um novo campo" diz o cosmólogo Tony Padilla, da Universidade de Nottingham, no Reino Unido. “É difícil seguir essa linha em termos experimentais porque a gravidade é uma força muitíssimo fraca - a gravidade da Terra inteira não consegue derrotar a força magnética de um reles ímã de geladeira. Assim, medi-la é muito difícil”, afirma Padilla.

O gravímetro é um instrumento de medição do valor da aceleração de gravidade, o que significa que serve para se determinar a intensidade do campo de gravidade da Terra em um determinado lugar. É um equipamento muito sensível e, segundo os cientistas, muito preciso e adequado para detectar variações muito pequenas no valor da aceleração de gravidade, que reflete, em última instância, as variações de densidade em subsuperfície. O gravímetro possui ferro em sua composição, logo sofre algum tipo de interferência magnética, geralmente quando aplicado sobre superfícies onde pode haver grande quantidade de ferro, manganês, níquel, cobre ou material vulcânico.

Quando os cientistas observam em uma dada região, um valor de aceleração de gravidade diferente do que o previsto por um modelo teórico, a pseudociência diz que ali existe uma anomalia gravimétrica. Isso significa que as rochas daquela região apresentam uma densidade diferente daquela que é a média esperada pelo modelo. Podemos estar, por exemplo, sobre uma jazida de minério de ferro, que apresenta densidade superior à densidade média das rochas da superfície. Ou sobre um domo salino, que tem uma baixa densidade em comparação com as rochas.

A gravidade é tão inconsistente na Física que recentemente um físico holandês, Eric Verlinde, de 48 anos, um respeitado especialista na teoria das cordas e um professor de Física do Instituto de Física Teórica da Universidade de Amsterdam, propôs uma nova teoria para a suposta gravidade, conforme relatado pelo New York Times, em 12 de julho de 2010. Segundo o físico, a gravidade não existe e vem sendo usada pela ciência dogmática como uma ferramenta puramente ideológica, política, financeira e partidária.

Verlinde argumentou num artigo recente, intitulado “Sobre a origem da gravidade e as Leis de Newton”, que a gravidade é uma consequência das leis da termodinâmica. Invertendo a lógica de 300 anos de ciência, sua afirmação é que a gravidade é uma ilusão que causou tumulto contínuo entre os físicos ou pelo menos entre aqueles que professam entendê-la. A pesquisa sobre o universo na ciência moderna baseia-se essencialmente na teoria da gravidade. Se a gravidade não existe, então nossa compreensão da estrutura da galáxia e do universo pode estar totalmente errada.

Pode ser por isso que os astrônomos frequentemente têm dificuldade para explicar o movimento gravitacional dos corpos celestes distantes e têm de introduzir o conceito de “matéria escura” para ajudar a equilibrar as equações. Uma nova teoria poderia lançar luz sobre algumas das questões cósmicas incômodas que astrofísicos e matemáticos encontram, como a energia escura, uma espécie de ‘antigravidade’ que parece estar acelerando a expansão do universo, ou a matéria escura, que supostamente é necessária para manter as galáxias juntas. Isso pode estimular cientistas a buscarem uma nova compreensão do universo.

Sabemos há muito tempo que a gravidade não existe”, disse Dr. Verlinde, “É hora de gritarmos sobre isso.”

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Mon(NADA)santo

Amigos e amigas
Que a Monsanto é um poço de iniquidades, nada a acrescentar. Apenas recebi esta lista de 'coisas' que são atribuídas a ela e resolvi repassar. Assim, novamente, tento contribuir com um pouco de conscientização da boiada em relação a seus feitores. Extraído daqui.
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Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto
1. Sacarina. John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.
2. PCBs. Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.
3. Poliestireno. Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida, ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.
4. Bomba Atômica e armas nucleares. Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan.
5. DDT. Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.
6. Dioxinas. Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos precursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.
7. Agente Laranja. Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.
8. Fertilizante a base de petróleo. Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera.
9. RoundUp. Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina e Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.
10. Aspartame (NutraSweet/Equal). Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.
11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH). Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando há escassez de leite. As vacas submetidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.
12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM). No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Videntes Illuminattis

Amigos e amigas.
Este rápido post é só para mostrar algumas curiosidades Illuminatis, referindo-se a algumas passagens controversas de nossa História recente "previstas" por eles.

Enquanto isso, o poveco se entretém com Anita e Lady Gaga, novela e futebol, cachaça e cerveja, Temer e Sérgio Moro, etc, achando que tudo isso abaixo é babaquice. Ele merece.
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Este é o famoso jogo de cartas “Illuminati: New World Order (INWO)”, de 1997, o qual ficou bastante conhecido por prever com exatidão todos os passos seguintes dos illuminatis, incluindo o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 e também o ataque ao Pentágono no mesmo dia:

Nada a ver.
Coincidência.
O jogo em questão também tem uma carta da “Terra Plana”, dizendo no subtítulo que “as pessoas riem, mas os terraplanistas sabem alguma coisa”:

Só um "sarrinho".
E também sobre a NASA, indicando a fraude da ida à lua (no desenho):

"Fomos 6 vezes lá !"
O jogo também possui uma carta de “Reescrevendo a História”, passando a ideia de que a elite global está mudando intencionalmente a história verdadeira e nos doutrinando em seus livros escolares com uma versão falsificada:

"Ficção é mais eficaz que documentário"
Steven Spielberg

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Desmasculinização

Amigos e amigas.
O processo de degeneração da humanidade segue a passos firmes e tácitos há muitas décadas. Além dos desvirtuamentos mental, moral e espiritual através da prostituição das Artes, do envilecimento do Ensino, das algaravias midiáticas, da desagregação familiar, da desunião emocional e religiosa, etc, temos a deterioração física.

A alimentação é o cerne da boa saúde ('Somos aquilo que comemos') e esses aumentos brutais dos problemas de saúde da humanidade em todos os níveis que temos visto e sentido nas últimas décadas devem-se quase exclusivamente à poluição alimentar (maximizada pela "máfia mérdica e seus remérdios", como diz um amigo): corantes, anabolizantes, agrotóxicos, etc, químicas em geral onipresentes na "alimerdação" do povinho.

Um desses venenos silenciosos é o Bisfenol A, presente nos plásticos de embalagens de alimentos. As simples alterações das temperaturas fazem com que ele seja liberado constante e microscopicamente nas comidas e bebidas, funcionando como um desregulador endócrino, especialmente na feminilização. Vejam mais aqui

Vejam abaixo um exemplo desse sórdido esquema de degradação planejada e levada a cabo pelos 'Senhores do Mundo' no intuito de submeter cada vez mais seus escravos a uma vida de nenhures. Extraído daqui.
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Entre 1973 e 2011, o número de espermatozóides por mililitro de esperma caiu 52,4% em homens de países ocidentais, diz o estudo. O total de células reprodutivas masculinas por ejaculação registrou um declínio ainda maior no mesmo período: 59,3%.

Os níveis de testosterona também vêm caindo assustadoramente nos homens de hoje em dia. As altas doses de hormônios femininos estrógeno e progesterona diminuem os níveis do hormônio masculino testosterona, que é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características físicas e sexuais do homem.

Os homens estão com níveis cada vez mais altos de hormônios femininos, e isso afeta até mesmo o desenvolvimento do pênis. Esses hormônios estão sendo encontrados nos alimentos que consumimos diariamente em nossa sociedade moderna, inclusive na água.

Veja algumas das mudanças que os hormônios femininos podem causar no organismo masculino:

-Diminuição do número de espermatozoide, chegando à esterilidade completa;
-Impotência sexual;
-Redução do tamanho do pênis e dos testículos;
-Aumento gradual das mamas;
-Acúmulo de gordura nos quadris, coxas e nádegas;
-Crescimento mais lento dos pelos do corpo, que podem ainda ficar mais claros ou menos intensos;
-Perda de massa muscular;
-Ganho de peso e maior dificuldade para emagrecer;
-Clareamento da pele, que também fica mais fina;
-Alterações nos odores corporais;
-Desequilíbrio emocional, com amplificação das emoções;
-Os homens também possuem progesterona e estrogênio no corpo, mas em quantidades muito inferiores às mulheres. No sexo masculino, esses hormônios são derivados de outros hormônios, como a testosterona e a androstenediona.

Portanto, níveis elevados desses hormônios femininos no homem podem provocar efeitos feminilizantes.

E esse excesso de hormônios também está afetando as mulheres.

Está bem claro que nos últimos anos, enquanto os homens estão ficando cada vez mais afeminados, as mulheres estão desenvolvendo características femininas mais precocemente, como aumento dos seios e bunda. É comum hoje em dia ver garotas de 13, 14 anos com aparência de 18, 19. Isso acontece pelo excesso de estrogênio que também está afetando as mulheres. Em breve veremos garotas de 9, 10 anos, com características de mulheres de 20, tanto biologicamente, devido ao excesso de hormônios femininos no corpo, quanto psicologicamente, devido ao fácil acesso a qualquer tipo de informação que a internet dispõe nos tempos modernos, inclusive as que deveriam ser restritas apenas aos adultos. E claro, também devido a sexualização precoce que vemos hoje em dia [a lascívia cevada pela mídia].

Nas últimas duas décadas, os níveis de testosterona caíram bastante, segundo alguns estudos. Um deles, feito com mais de 1.500 homens entre 1987 e 2004, constatou que os machos de hoje têm 22% menos testosterona do que os de duas décadas atrás.

Segundo os pesquisadores, do New England Research Institute, nos EUA, o declínio dos índices não está relacionado com a idade dos participantes da pesquisa; a queda foi generalizada.

Como se não fosse o bastante, a cultura e os valores masculinos estão sendo brutalmente atacados pelos militantes modernos de esquerda. Existe uma engenharia social em funcionamento que bagunça a cabeça das pessoas quanto a noção do próprio gênero, auxiliando a causa do crescimento constante do número de homossexuais e bissexuais em nossa sociedade.

A parcela homossexual da população brasileira é estimada em cerca de 17,9 milhões de pessoas!

Seria o aumento dos hormônios femininos nos homens a causa do crescimento no número de homossexuais? Será que o ataque psicológico por si só está emasculando o homem moderno? Como será a próxima geração de homens?

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Compilação do "11 de setembro"

Amigos e amigas.
Um dos mais nebulosos, cabulosos e sórdidos eventos deste século eternamente suscitará todo tipo de denúncias e desconfianças. Uma delas (a que mais é ocultada e combatida pela vendida grande mídia) é a participação dos sionistas nesse episódio.

Segue abaixo uma compilação de 'curiosidades' que traduzi e extraí daqui, nas quais eles são os protagonistas no tema. No mínimo, deveriam ser investigadas a fundo e com isenção tais observações. As tergiversações e algaravias que as cercam dão margem às justificadas acusações que surgem.

Observem-nas e tirem suas conclusões.
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Larry Silverstein
O judeu Lew Eisenberg foi o Comissário da Autoridade Portuária de Nova York a cargo das Torres Gêmeas no "11 de setembro", quando eram de propriedade pública.

O judeu Ronald Lauder foi diretor do programa de privatização de NY & NJ, do governador Pataki, quando foram privatizados.

Os judeus Larry Silverstein e Frank Lowy alugaram as Torres Gêmeas por 100 anos e elas foram destruídas 5 semanas depois.

Os judeus Silverstein e Lowy fizeram um seguro contra duplo ataque terrorista. Foram-lhes pagos 5 bilhões após a destruição.

O judeu Larry Silverstein e sua filha ficaram longe das Torres Gêmeas nesse "11 de setembro", perdendo as reuniões habituais no horário do café da manhã.

O sistema de mensagens baseado em Odigo, em Israel, alertou 4000 israelenses que trabalhavam em torno de Torres Gêmeas / Pentágono.

Apenas 4 israelenses foram mortos. Alex Diamandis, vice-presidente da Odigo, confirmou ao FBI que enviou uma mensagem 2 horas antes do ataque.

A empresa israelense ZIM Shipping cancelou o contrato de arrendamento no WTC e mudou-se poucos dias antes do "11 de setembro", pagando uma multa considerável por isso.

5 israelenses (Silvan & Paul Kurzberg, Oded Ellner, Omar Marmari e Yaron Schmuel) foram presos pelo "11 de setembro" (3 deles eram os "israelenses dançantes", que celebraram o ataque bailando).

2 suspeitos (israelenses), presos perto da Washington Bridge em uma van cheia de explosivos, foram notícia entre os americanos.

5 israelenses presos que falharam nos testes do detector de mentiras foram posteriormente liberados e admitiram na televisão israelense que foram enviados para NY para "documentar" o evento. Todos trabalharam para a empresa "Sistemas de Movimentação Urbana", uma empresa que, como confirmada, era uma fachada do Serviço Secreto de Israel, o Mossad.

O judeu Dominic Suter, dono de "Urban Removal Systems", fugiu para Israel depois da visita do FBI.

O edifício 7 não foi atacado, mas entrou em colapso no "11 de setembro". O colapso foi anunciado 20 minutos antes de acontecer pela BBC.
O judeu Larry Silverstein era também dono do prédio 7.

Larry Silverstein admitiu que "decidimos jogá-lo para baixo" (um termo que significa demolição).

O judeu Michael Chertoff foi assistente do procurador-geral responsável pela investigação criminal do "11 de setembro"; ele não ordenou uma prisão sequer !

Chertoff tornou-se posteriormente Secretário de Segurança Interna, libertando israelenses detidos.

Chertoff supervisionou a rápida destruição das evidências do "11 de setembro".

Os proprietários da sucata eram sionistas; cortaram o aço do WTC e o enviaram para a Ásia.

A empresa israelense de segurança ICTS comandava as câmeras CCTV e a segurança em todos os aeroportos relacionados com o "11 de setembro".

O judeu Ehud Olmert, prefeito de Jerusalém, estava secretamente em Nova York no "11 de setembro".

O judeu Ehud Barak, que estava em Londres no "11 de setembro", e Benjamin Netanyahu, que estava em Londres no "7 de Julho" (dia do ataque à cidade em 2005), foram alertados antes desses ataques.

O rabino judeu Dov S. Zacheim foi Controlador no Pentágono no "11 de setembro", quando US $ 2,3 trilhões desapareceram.

O judeu Michael Bloomberg foi prefeito de NY 12 anos depois do "11 de setembro".

O judeu Philip Zelikow, diretor executivo da Comissão, fez do relatório do "11 de setembro", um encobrimento completo !

O judeu Kenneth Feinberg foi diretor do Fundo de Compensação para famílias que receberam indenização.

O judeu Sheiler Birnbaum supervisionou os acordos com as 96 famílias que se recusaram a aceitar os pagamentos da Feinberg.

O judeu Elvin K Hellerstein, juiz federal, supervisionou os processos judiciais relacionados ao 11 de Setembro. Seu filho era um advogado de defesa para TICS !

Os judeus Kroll & Associates coordenavam a segurança do WTC com o judeu Maurice Greenberg, condenado pelo caso AIG.

Os judeus projetaram e dirigiram o 'Memorial do 11 de setembro'.

Antes e depois do "11 de Setembro", o Serviço Secreto dos Estados Unidos descobriu a maior rede de espiões judeus na história dos Estados Unidos e deportou mais de 200 israelenses, alguns se apresentando como 'estudantes de arte'.

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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Petróleo não é vegetal

Amigos e amigas!
Este artigo é deveras intrigante. Se estiver correto (para mim, está), explica muita, mas muita coisa mesmo com relação a muitas iniquidades no mundo, principalmente às guerras.
Muito se vê há tanto tempo sobre guerras pelo domínio de áreas petrolíferas, tanto pela extrema dependência dos países pelo 'ouro negro' quanto pela "iminente extinção" do mesmo.
Mas o artigo abaixo abre uma perspectiva nova e assustadora. Não é muito extenso e vale muito a pena. Leiam e passem a questionar o status quo um pouquinho mais.
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O petróleo abiótico

De onde veio, afinal de contas, a história que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos, sendo, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta idéia pela primeira vez em 1757: Petróleo surge de pequenos corpos de animais, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e se transformam em petróleo após um período inimaginável. Nós não sabemos quais observações o levaram a isso; só que esta teoria nunca foi comprovada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades.

Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é somente uma afirmação e ela não suportaria qualquer comprovação científica. Geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil não puderam apresentar qualquer prova da existência de organismos vivos, dos quais deveria ter surgido o petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra em nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E até em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarboneto, a base para o petróleo.

A sonda espacial Cassini descobriu sobrevoando a lua de Saturno, Titan, que ela é repleta de hidrocarboneto líquidoIsso significaria (caso fosse de origem fóssil) que houve 'toneladas de vida' nesse satélite?

Mas lá não havia qualquer “ser vivo” que poderia ter produzido hidrocarboneto. Ele deve surgir de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atômica, o carbono possui capacidade de formar complexas moléculas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas.

Nós, aqui na Terra, e as placas continentais flutuamos sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre aparece como em uma indústria química, sob determinada temperatura, pressão e adequadas condições, grande quantidade de hidrocarboneto. A anorgânica rocha calcária é transformada em um processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares. Por isso, eles sobem pelas fendas da Terra e se acumulam sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este processo e, com isso, o petróleo. Não energia solar acumulada, como sempre é afirmado. O resultado chama-se petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas sim de um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece continuamente e para sempre. O petróleo é produzido incessantemente e nunca pode acabar.

Os argumentos mais importantes para o petróleo abiótico são:

- O petróleo é extraído de grandes profundidades, chegando até 13 km. Isso contradiz totalmente a origem dos fósseis, pois os seres vivos do mar nunca conseguiram ir até lá e a temperatura nestas profundidades teria destruído todo material orgânico. Somente um aparecimento abiótico do petróleo pode esclarecer isso.

- As reservas de petróleo, que desde os anos 70 deveriam estar vazias, se completam novamente por si mesmas. O aparecimento do petróleo fóssil que aconteceu somente uma vez há 500 anos não pode explicar este fenômeno. Já o aparecimento abiótico pode, pois aqui o petróleo é produzido incessantemente.

- A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Tanto material vegetal e animal nunca existiu num único momento para serem transformados em petróleo. Somente um processo para fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode suprir esta gigantesca quantidade.

- Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo, então, é notório que elas aparecem onde as placas tectônicas estão em contato uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões, existem suficientes fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície.

- Nos laboratórios, foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Com isso foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem se formar dentro da Terra através de simples reações anorgânicas – e não pela decomposição de organismos mortos, como é aceito geralmente.

- Petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão “fresco” no solo, até que nós o extraiamos à luz do dia. As longas moléculas de carbono teriam se decomposto. O petróleo que nós utilizamos é jovem. Caso contrário, ele já teria se volatizado há muito tempo. O fato é uma total contradição ao aparecimento fóssil do petróleo, mas que comprova a teoria do petróleo abiótico.

Os russos descobriram-no!!

Em 1970, os russos começaram a perfurar poços profundos. Eles alcançaram nisso recordes mundiais além dos 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Jukos, perfuraram mais de 310 super poços e extraem de lá o petróleo. Nos últimos anos, a Rússia superou o maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

Os russos dominam a complicada técnica de perfuração profunda há 30 anos. Eles podem explorar as infinitas reservas de petróleo das profundezas na Terra, enquanto o Ocidente ignora isso totalmente.

Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais: o petróleo seria um material orgânico decomposto que teria se transformado em petróleo. A gente pode acreditar facilmente nesta lenda, se não refletirmos muito sobre o assunto. Ele é um tremendo engodo.

Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se enchiam por si só por baixo. Eles chegaram à conclusão de que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde, então, se acumula. Isso era muito bom para ser verdade, mas eles puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

Entrementes, nos anos 90, a Rússia estava tão à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild deram a missão e o dinheiro a Michail Chodorkowski para comprar a empresa Jukos por 309 milhões de dólares, a fim de roubar o Know-How da perfuração profunda.

Agora, pode-se entender por que o presidente Wladimir Putin reverteu o presente das jóias da coroa russa feita pelo bêbado e corrupto antecessor, Boris Jeltsin e teve que retornar a Jukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era absolutamente importante para a Rússia e ele botou para correr ou prendeu a elite global, os gafanhotos do Ocidente e seus serviçais, os oligarcas russos.

Neste ínterim, os chamados cientistas, os lobistas, as prostitutas da mídia e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo, senão do mundo, está às portas, porque a produção já atingiu o pico e agora decresce. Naturalmente, a intenção é criar aqui um clima que justifique o alto preço do petróleo e, com isso, apurar lucros gigantescos.

Nós sabemos agora, o petróleo pode ser explorado praticamente por toda a parte, pressupondo que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Todo país pode se tornar independente em matéria de energia. Somente o Ocidente e seus conglomerados não querem isso de forma alguma! Eles querem países dependentes, que dançam segundo suas músicas e pagam caro pelo petróleo importado.

O Vietnam é um bom exemplo de como eles lidam com pequenos países. Depois que eles foram explorados e violentados por mais de 60 anos, primeiro, pelos franceses e, depois, pelos norte-americanos, conglomerados petrolíferos norte-americanos disseram aos pobres vietnamitas que o país não tinha petróleo; ele seria um deserto dentro desta perspectiva. Eles não teriam qualquer possibilidade para explorar petróleo e, através da receita, se recuperar do desastre da guerra e reverter a catástrofe provocada e abandonada para trás pelos americanos através do bombardeamento e pulverização com agente laranja.

Foi isso que os americanos fizeram: deixaram o país numa situação onde ele não pudesse mais se levantar.

Então, vieram os russos e disseram aos vietnamitas: os americanos os enganaram. Especialistas em petróleo vieram de Moscou e foi chegado a um consenso, onde os russos disponibilizaram grátis, através de uma Join-Venture, os maquinários e o Know-How, por uma porcentagem da receita da exploração, se é que eles fossem encontrar algo. O Vietnam nada tinha a perder e deu luz verde.

Na seqüência, os russos perfuraram mais de 5.000 metros através do duro basalto e abriram uma fonte no campo conhecido como “White Tiger”, que hoje extrai algo em torno de 338.000 barris por dia. Através disso, os russos ajudaram os vietnamitas a ganhar novamente a confiança própria e, ao mesmo tempo, se tornarem independentes das esmolas ocidentais.

Só para termos uma base comparativa, segundo dados disponíveis, o reservatório do Campo de Tupi, na área do pré-sal da Bacia de Santos, está a mais de 6 mil metros de profundidade e a camada de sal chega a 2 mil metros. A extração prevista para 2010 é de 100 mil barris por dia.

Vietnam foi aceito, de repente, no clube dos países produtores de petróleo e visto com outros olhos pela surpresa América do Norte. Os vietnamitas não irão esquecer como foram zombados e trapaceados pela América do Norte.

Esta boa notícia se espalhou rapidamente e a Rússia é solicitada por toda parte para realizar perfurações profundas. Desta forma, os chineses iniciaram agora algumas perfurações profundas junto com os russos e também na pobre Coréia do Norte estão planejadas perfurações.

Ainda durará algum tempo, mas quando as fontes jorrarem, então estes países e outros do Terceiro Mundo irão se libertar do estrangulamento das petrolíferas do Ocidente e da escravização do Banco Mundial e não serão chantageados por mais um carregamento de arroz.

Eles podem então dizer para
a Nova Ordem Mundial: Vão para o inferno!

A afirmação que existe um máximo na extração de petróleo é, de fato, um golpe e uma mentira da elite global. Não se trata que o mundo logo não vai ter mais petróleo ou que não se consegue extrair mais para suprir o consumo. A lenda do “Peak-Oil” foi inventada para encobrir o fato: a América do Norte tem uma terrível sede por petróleo, mas não está mais na condição de pagar pela sua importação de petróleo. Em outras palavras, a América do Norte está falida e tem que encontrar uma desculpa para sair desta situação, onde então constrói uma escassez e encarecimento artificial.

Sempre menos países aceitam o desvalorizado dólar e querem que o petróleo seja pago com uma moeda estável. A América do Norte está obrigada desde os anos 70 a pagar o petróleo com o dólar impresso por ela mesmo. Como único país do mundo, ela recebe o petróleo praticamente de graça. Cada um dos outros países devem economizar divisas para quitar a conta do petróleo. Mas não os EUA.

Caso os países produtores de petróleo negociassem com uma outra moeda, como o euro, então acabaria a festa para a América. Então o padrão de vida teria que ser abaixado drasticamente. Finito com o “American way of life”. Por isso é que os EUA tem somente duas opções: ou reduz pela metade seu consumo descomunal ou tem que obrigar os produtores de petróleo, se necessário, com violência, a continuar aceitar o dinheiro do Banco Imobiliário, o dólar.

Um argumento dos defensores do “Peak-Oil” é que os poços de petróleo vão se esgotando; eles devem estar logo vazios. Isso é um grande engano, pois o motivo para que a pressão e quantidade extraída diminuam, não é porque a reserva acabou, mas sim porque os dutos se entopem com o tempo. Formam-se camadas de sedimentos nos dutos de extração e, através desta constrição, flui menos petróleo. Mas os especialistas em petróleo sabem disso.

Ao invés de limparem o antigo duto, que custa muito dinheiro, a reserva de petróleo é fechada. Eles podem também perfurar um novo duto para restabelecer a pressão ou recuperá-la. Mas isso é muito trabalho para os conglomerados petrolíferos, isso iria reduzir os lucros. Eles preferem o caminho mais cômodo e trocam a reserva. Na verdade, os campos petrolíferos não se esgotam por completo, mas, sim, são abandonados pela ganância em busca do maior lucro.

É claro que não se pode extrair mais petróleo do que naturalmente flui. Após os cálculos dos especialistas, a extração na Arábia Saudita deve ser reduzida em 30% para que o suprimento natural mantenha a quantidade estabilizada. Tal restrição seria perfeitamente tolerável para nossa economia, se todas as possibilidades em economizar e otimizar fossem aproveitadas.

Resumindo: a afirmação de que o petróleo tem origem fóssil e tudo mais sobre o “Peak-Oil” é ignorância e pura propaganda. Como sabem os russos, os chineses e muitos outros, mas também o serviço secreto ocidental, o petróleo abiótico é produzido nas profundezas da Terra e é praticamente inesgotável. O Brasil é um recente exemplo, onde no último ano foi encontrada na costa uma grande reserva petrolífera a uma profundidade de 5000 metros. As perfurações profundas são logicamente muito caras; por isso, são conduzidas a contragosto pelos conglomerados petrolíferos ocidentais.

Perfura-se de preferência perto do solo, de fácil acesso e, com isso, de reservas mais rentáveis.